terça-feira, 31 de março de 2009

ATUALIDADE - Enquete encerrada

RESULTADO DA ENQUETE

Se você pudesse decidir sobre o caso da meina de 9 anos, grávida de gêmeos e que foi estuprada pelo padrasto?

Optaria pelo aborto
18 (41%)
Não optaria pelo aborto
10 (23%)
Excomungaria o Arcebispo
6 (13%)
Não sei. É complexo.
9 (20%)

Queridos irmãos! Nossa enquete deu o que falar! O assunto é extremamente complexo e não queremos, jamais, ser imprudentes em trazer uma opinião fechada que não fosse fruto de muita discussão. Parabéns a todos que participaram!

Trago pra vocês a posição do Presb. Solano Portela, que foi postada em seu Blog (tempora-mores.blogspot.com)
Posição essa, que crei ser bem equilibrada e que contempla todas as possiblidades!

Todos têm acompanhado o caso da menina de 9 anos, em Pernambuco, que foi abusada e estuprada pelo padastro. Com a gravidez, o crime veio à tona e o criminoso está preso. A menina teve a gravidez interrompida por aborto induzido, realizado por médicos, com o apoio da justiça. O caso tem recebido ampla divulgação e repercussão. Alguns blogs cristãos têm escrito sobre o triste assunto, como o "mastigue", de jovens, para jovens, e o do Rev. Dr. Alfredo de Souza. Neste último, coloquei um comentário, que posto abaixo, em versão expandida e corrigida.
---------------------------------------
Infelizmente as decisões éticas da nossa terra não se pautam por quaisquer considerações sobre os princípios de Deus, mas meramente por considerações antropocêntricas. Por princípio, pela consideração à vida, ensinada na Escritura, sou contra o aborto. No entanto, a complexidade desse caso me intriga.

Não tenho condição de fazer as avaliações médicas (essas são fruto, também, da dádiva divina do conhecimento, possibilitado pela Graça Comum de Deus, àqueles que são chamados a esse campo), nem de avaliar o quanto a vida da menina estaria em risco. Confiar em outros, em questões tão cruciais, é temeroso. Mas há outro curso viável? As coisas correram rápido demais, alguém tomou uma decisão do dia para a noite e somos confrontados com o fait accompli e deixados às nossas considerações morais quanto à tragédia.

Com olhar de leigo, muito pesaroso, vi as fotos e a situação dela - tão jovem e tão destituída e roubada de sua inocência, por aqueles próximos dela. Um corpo de criança carregando duas vidas, às quais não estava fisiológicamente preparada(no desenvolvimento natural divino), ainda, para carregá-las. O quanto de risco à vida dela, já tão massacrada e abusada, traria a continuidade de tal gravidez? Não sei.

Isso leva a um dilema ético. Não seria ele comparável ao que é enfrentado por um enfermeiro que trabalha em um hospital superlotado, que está com os doentes espalhados pelo corredor, alguns em estado terminal, e que vê apenas um leito sendo aberto, na ala de cirurgia? Como ele vai selecionar quem vai viver e quem vai morrer?

1. Pela cronologia da entrada ("Deus mandou esse primeiro do que aquele, então vou atender na ordem de chegada")?


2. Ou seria por uma compreensão subjetiva da gravidade do caso ("acho que esse aqui, que chegou depois, está morrendo mais rápido que o outro, que chegou antes")?

3. Ou pela idade ("Esse, que está morrendo já está idoso, vou salvar o mais jovem que tem uma vida toda pela frente")?


No caso da menina grávida, vejamos, em duas ações (matar ou deixar), 5 possibilidades de resultados:

1. Matar 2, deixar 1; salvar 1: abortam-se os fetos, salva-se a mãe (situação decidida pelos médicos).

2. Matar 0, deixar 3; salvar 0: não se faz nada, morrem todos (situação considerada a mais provável pelos médicos).


3. Matar 0, deixar 3; salvar 2: não se faz nada, morre a mãe, salvam-se as crianças (situação considerada improvável pelos médicos).

4. Matar 0, deixar 3; salvar 1: não se faz nada, morrem os fetos, salva-se a mãe(situação considerada possível, pelos médicos, mas com alto risco para a mãe).


5. Matar 0, deixar 3, salvar 3: não se faz nada, salvam-se as crianças e a mãe (situação considerada impossível, pelos médicos).


A única coisa clara para mim, nessa questão e nesse estágio, é o merecimento da morte por parte do padastro; a quem imputo, igualmente, a responsabilidade pela morte das crianças que foram geradas. E, se fosse esse o curso, essa execução deveria ser feita pelo estado, com julgamento e sentença, e não por outros presidiários, como provavelmente ocorrerá.

A posição do arcebispo lá da terrinha, não veio embasada de considerações bíblicas, mas de um apelo “à lei canônica”. No dia que essa mudar, ele muda, também. Precisamos, realmente de muita humildade e aprofundamento nas Escrituras para discernir o curso, em casos como esse. Aos que desejarem pesquisar mais um pouco, sugiro a leitura do livro de Norman Geisler, Ética Cristã: alternativas e questões contemporâneas, Cap. 12. Vejam as opiniões do autor, que ele procura embasar na Palavra, sobre a questão do aborto, e outras situações, como a dessa tragédia, no Recife.

HUMOR - Briga de casal




ESTE TEATRO É EXCELENTE, ASSISTA!

CINEMA - História de amor de C. S. Lewis é contada em filme


Terra das Sombras foi dirigido por Richard Attenborough, presidente da BAFTA, a academia britânica responsável pela premiação anual dos melhores trabalhos realizados em cinema, televisão e outras mídias audiovisuais. Entre seus trabalhos mais conhecidos podemos encontrar cinebiografias de famosos, como Ghandi, ganhador dos Oscars de melhor filme e direção em 1982, Chaplin, No amor e na guerra (sobre a vida do escritor Ernest Hemingway). Curiosamente ele também ator e participou de filmes mais populares como Jurassic Park, Milagre na Rua 34, entre outros.

Estrelado pelo sempre fantástico Anthony Hopkins (Silêncio dos inocentes) e por Debra Winger (Fé demais não cheira bem). É baseado na peça teatral homônima, de William Nicholson, ainda em cartaz em Londres. O foco do filme está em um dos momentos mais significativos na vida dele: quando conhece Joy Greesham, uma cristã judia-americana, escritora e poetisa, abandonada pelo marido, com quem ele trocava inúmeras correspondências. Foca o momento-encruzilhada do enfim, o amor (e por que não dizer, da alegria e da dor inerentes); amor que inicialmente Lewis denega, mas, por fim, assume, casando-se com ela “diante de Deus, dos homens e de si mesmo”.

Não dá para não se emocionar com a história de “Jack”, como ele era conhecido pelos amigos, e Joy! E embora os olhos azuis de Hopkins não tenham nada a ver com os castanhos de Lewis, o ator dá um verdadeiro show de interpretação, especialmente nos olhares sem palavras de um intelectual que tem resposta para tudo, mas não sabe falar de amor, amando; o Lewis que pergunta a si mesmo: “Como poderia ser Joy minha esposa? Eu teria que amá-la, não teria? Eu teria que gostar mais dela do que de qualquer outra pessoa no mundo. Eu teria de sofrer como um condenado com a perspectiva de perdê-la”.

Além de lançar luz sobre esse gigante intelectual que marcou e influenciou o pensamento cristão ocidental do século 20, Terra das Sombras permite-nos ver Lewis sob um prisma mais intimista e humano (e com algumas de suas idiossincrasias); o Lewis de dentro, por trás de suas declarações. Assim, quem já leu seus livros percebe facilmente a relação entre sua vida e suas obras aludidas no filme; entre as quais, das Crônicas de Nárnia, O leão, a feiticeira e o guarda-roupa, cujo enredo é aludido por ele e pela cena com o filho de Joy; O problema do sofrimento, onde defende que “a dor é o megafone de Deus”; O grande abismo, cujo acidente (real) com o ônibus, referido por Lewis, parece tê-lo motivado a escrever a história ficcional; e A anatomia de uma dor, vislumbrado pela revolta de Lewis em relação a Deus após a morte de sua amada.

Há ainda uma outra versão com o mesmo título, sendo mais fiel à história real, com o mesmo título. Nessa outra versão, os dois filhos da Joy aparecem e o final é menos pessimista. Quem não conhece os detalhes pode ficar com a impressão que Lewis perdeu a fé ou que começou a relativizar tudo. Mas existe uma frase que dita de forma ligeiramente diferente no final dessa versão que faz toda a diferença do mundo, mostrando um homem que já não tem todas as certezas do mundo.

Em suma, o filme conta a história maravilhosa de um amor no limite entre a vida e a morte, ou melhor, para além da vida e da morte; o amor de alguém que tinha consciência de que “vivemos na terra das sombras. O sol sempre está brilhando em outro lugar; depois de uma curva da estrada; além do alto de uma colina”; alguém que, como menino, optou pela segurança; como homem, pela dor. Reflexivo, emocionante, imperdível!

Infelizmente, o filme continua inédito em DVD nas duas versões no Brasil. Ele foi lançado apenas em VHS e é praticamente impossível de ser encontrado atualmente. Vamos torcer para a Warner lançar a versão comentada.

HUMOR - LULA E O PAC

ESTUDO - A essencialidade do amor (Amar é um processo, uma caminhada. Nós não nascemos amando) - Ronaldo Lidório

Vivemos uma época em que as coisas periféricas da vida estão substituindo os conteúdos essenciais da fé cristã, desviando os crentes da prática de um cristianismo bíblico e simples. Hoje, um sem-número de demandas fazem com que nossa atenção, energias, dons e relacionamentos se desgastem nas notas de rodapé de uma religiosidade quase vazia.

Dentre as coisas essenciais da vida cristã, não há como perder de vista o amor. Preocupo-me quando apregoamos uma verdadeira espiritualidade, mas não amamos. Algo está muito errado quando a igreja não consegue chorar com os que choram ou quando nossos relacionamentos vão se tornando cada vez menos sinceros e mais utilitários. Parece que o mundo age com mais graça e misericórdia com o caído do que o povo de Deus, que deveria ajudá-lo a se erguer. Quando a igreja passa a definir sua experiência de fé a partir de seus ajuntamentos solenes, e não dos seus relacionamentos diários, é hora de parar e pensar sobre o que temos feito do Evangelho.

Ao escrever sua primeira carta à igreja de Corinto, Paulo reserva os capítulos 12 e 14 para explanar acerca dos dons espirituais, pois era um assunto de interesse e necessidade. Ali, o apóstolo elaborou um dos textos mais definidores da nossa fé, o de I Coríntios 13, que nos apresenta a centralidade do amor na vivência cristã. O escritor adverte a comunidade cristã sobre o risco de se construir uma igreja com aparência, forma e discurso espiritual, mas de fato carnal; uma igreja com a manifestação de dons espirituais, mas sem o essencial da fé. A mensagem é clara: o amor é superior aos dons. Sempre temo reler os três primeiros versículos deste capítulo, pois confrontam minha vida ao afirmar que posso ter dons espirituais, uma fé enorme ou praticar toda sorte de ações sociais e, no entanto, nada disso ser aproveitado caso seja feito sem amor. O amor, como aqui exposto, não é apenas superior aos dons, mas um marcador de nossa identidade cristã. Somos dele quando buscamos amar.

Isso significa que nossa vida em Cristo não pode ser definida puramente pelos dogmas que entendemos e aceitamos, por um lado, nem mesmo pelas experiências de espiritualidade que vivenciamos, por outro. Sem amor, uns e outras serão vazios de significado. Nossa vida em Cristo é definida pela presença do amor que não apenas é essencial como também é automanifesto. Para nosso temor e tremor, o Espírito descreve neste capítulo que o amor é perceptível, deixa marcas. Ele é prático, notável e visível. Ele é paciente, esperando pela hora oportuna para o outro; é benigno, fazendo com que a dor do vizinho seja também a nossa. Este amor não arde em ciúmes, portanto evita comparações e se nega a criticar o próximo. Torna-se, assim, impossível amar sem estas evidências, ou seja, sem que as marcas do amor sejam vistas pelos que passam pela mesma estrada que nós. Precisamos amar o próximo, no mínimo, para não criticá-lo. Este próximo, o outro, diferente de nós, é nossa base de testes, o cenário onde devemos aprender a praticar o ato mais sublime que vem do Pai.

O amor prova a espiritualidade. Somos naturalmente seres construtores de máscaras e tais máscaras tendem a esconder aquilo que é nitidamente carnal e vergonhoso. Assim, usando máscaras bem elaboradas, podemos falar sobre fé sem de fato crer; pregar contra o pecado sem intimamente repudiá-lo; expor sobre o amor e na manhã seguinte prejudicar o irmão. Um mecanismo que claramente prova nossa espiritualidade é este: atos de amor.

O oposto do amor também é evidente. Gera incrível tolerância com nossas próprias limitações e fraquezas e torna-se gravemente intolerante com o próximo. Desta forma, se alguém conversa com formalidade, é antipático; mas se nós o fazemos, somos respeitosos. Se alguém brada ao pregar, está sendo artificial. Se nós bradamos, contudo, é sinal de espiritualidade. Se alguém não faz algo, é preguiçoso; mas se somos nós que não fazemos, é porque somos ocupados. Se alguém contrai uma dívida, a nosso juízo é um irresponsável; contudo, se nós nos endividamos, é porque recebemos pouco. Se alguém discorda, é soberbo; mas, se nós discordamos, somos criteriosos.

Para nós, se alguém critica, ele o faz por estar tomado de inveja ou ciúmes. Se nós criticamos, no entanto, estamos sendo zelosos. Se alguém repete um sermão, está sendo desleixado; mas, se somos nós que incorremos nesta prática, é porque “Deus quer falar novamente ao seu povo”. Se alguém erra, pensamos assim: “Era de se esperar” – mas, se o erro é nosso, ora, errar é humano... Se alguém cai, temos pronta a opinião de que suas atitudes carnais já indicavam esta possibilidade. Mas se nós caímos, é porque o inimigo preparou-nos uma armadilha. Se alguém brinca, está sendo mundano. Se nós brincamos, somos informais. Se alguém ofende no falar, é descontrolado; se nós o fazemos, somos sinceros. E por aí vai. Sim, o amor testa a espiritualidade.

Do versículo nove em diante, vemos que o amor é um aprendizado. Eu era menino e agora sou homem; via de forma obscura e agora vejo claramente. Ou seja, amar é um processo, uma caminhada. Nós não nascemos amando.

Para amarmos devemos pedir que o Senhor nos ajude. O salmista, no Salmo 119.2, afirma que andará nos caminhos do Senhor quando Ele dilatar o seu coração. Precisamos de corações dilatados, abertos, prontos para amar. Peçamos ao Pai, pensando nos cenários diários de nossas vidas, dizendo: ensina-me a amar. Para amar precisarmos também nos desapegar daquilo que é incompatível com o amor. John Edwards, em seu livro Afeto religioso, nos fala sobre a incompatibilidade do amor com as palavras de agressão. Devemos nos desprender daquilo que pretere o amor em nossas vidas. Jamais amaremos enquanto nossa agenda diária estiver repleta de competitividade, ciúmes, falso zelo, comparações desnecessárias, soberba e agressões.

Lutero, citado por Mahaney em seu livro From Glory to Glory, nos disse que “esta vida, portanto, não é justiça, mas crescimento em justiça. Não é saúde, mas cura. Não é ser, mas se tornar. Não é descansar, mas exercitar. Ainda não somos o que seremos, mas estamos crescendo nesta direção. O processo ainda não está terminado, mas vai prosseguindo. Não é o final, mas é a estrada. Todas as coisas ainda não brilham em glória, mas todas as coisas vão sendo purificadas”.

Após pregar sobre os essenciais da nossa fé, na Igreja Konkomba de Gana em 1999, lembro-me que um dos crentes me procurou após o culto perguntando: “Por onde devo começar?” Fui para casa pensando nesta pergunta. No outro dia, o procurei e rapidamente encontrei-o embaixo de uma árvore rodeado por amigos em alegre conversa. Sentei-me ao seu lado e sussurrei no seu ouvido: “Comece procurando aquele com o qual você foi intolerante, e não amou como Cristo”. Após um minuto pensando, ele se levantou e saiu caminhando com passos curtos e lentos. Santa caminhada. Não é atitude fácil, mas certamente alegra o coração daquele que é Amor.

Cristianismo Hoje

HUMOR -DIA DO PLANETA

ATUALIDADES - Oração na medida (Site oferece preces gravadas a quem não tem tempo de orar; serviço pode custar até o equivalente a R$ 125,00)


O site Information Age Prayer está fazendo uma promoção inusitada. Por um valor mensal que varia entre 2 e 50 dólares (algo entre 4,50 e 125 reais), qualquer mortal pode receber orações selecionadas especialmente para as mais variadas ocasiões. O valor mais alto refere-se ao pacote do Rosário inteiro: “Mostre a Deus que você o leva a sério”, diz o slogan do serviço de US$ 50 mensais. Mas as opções não são apenas para o público católico – há preces destinadas a protestantes, judeus, muçulmanos e de “outras religiões”.

“O serviço dá aos usuários a garantia de saber que suas orações serão sempre feitas, mesmo que eles acordem atrasados ou se esqueçam”, diz o site, que promete doar 10% da taxa de adesão a obras de caridade. Os preços são definidos pelo tamanho das orações. O site informa que as mais baratas também são mais curtinhas. Cada prece é feita por sintetizadores de voz que rezam em voz alta, no volume e ritmo de uma oração comum. Quando isso acontece, o nome do assinante aparece na tela do computador onde o sintetizador funciona. “Pague e tenha certeza que algum computador em algum lugar dos Estados Unidos rezará uma Ave Maria para você”, diz o site ABC News.

HUMOR - AS AVENTURAS DE NOÉ

sexta-feira, 27 de março de 2009

INTERAJA CONOSCO!


O Blog da IPRD é um espaço interativo, você pode clicar abaixo de cada arquivo e dar a sua opnião. Clique em "Comentários".

Sua participação é extremamente importante!

VÍDEO-CLIP - Jorge Camargo (Fale de amor)

HUMOR - Atualização de Ditados Populares


Como estamos na "Era Digital", foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.

1 — A pressa é inimiga da conexão.

2 — Amigos, amigos, senhas à parte.

3 — Antes só, do que em chats aborrecidos.

4 — A arquivo dado não se olha o formato.

5 — Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.

6 — Para bom provedor uma senha basta.

7 — Não adianta chorar sobre arquivo deletado.

8 — Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.

9 — Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.

10 — Hacker que ladra, não morde.

11 — Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.

12 — Mouse sujo se limpa em casa.

13 — Melhor prevenir do que formatar.

14 — O barato sai caro. E lento.

15 — Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.

16 — Quando um não quer, dois não teclam.

17 — Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.

18 — Quem clica seus males multiplica.

19 — Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.

20 — Quem envia o que quer, recebe o que não quer.

21 — Quem não tem banda larga, caça com modem.

22 — Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.

23 — Quem semeia e-mails, colhe spams.

24 — Quem tem dedo vai a Roma.com

25 — Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.

26 — Vão-se os arquivos, ficam os backups.

27 — Diga-me que computador tens e direi quem tu és.

28 — Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder...

29 — Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha?

30 — Aluno de informática não cola, faz backup.

31 — O problema do computador é o USB (Usuário Super Burro).

32 — Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.

33 — O Natal das pessoas viciadas em computador é diferente: No dia 25 de Dezembro, o Papai

Noel desce pelo cabo de rede, entra pela porta serial e diz: Feliz Natal, ROM, ROM, ROM!


NOTÍCIAS DA IGREJA - AGENDA 2009

ABRIL
4 – Culto da família às 19:30h
5 – Plenária UPH às 7h
5 – Plenária SAF às 15h
11 – Café com Deus às 7h
11 – Encontrão das Células Lual da UPA às 17h
18 – Reunião com os pais que têm filhos no Dept Infantil às 14h
18 – Aniversário da SAF às 19:30h
21 – Passeio do EJC pro Macedônia às das 6:30h às 17h
25 – Evangelismo de Trânsito UPA às 8h
25 – Encontrão de Jovens às 19:30

MAIO
1, 2 e 3 – Acampamento de Crianças
3 – Plenária UPH às 7h
3 – Plenária SAF às 15h
9 – Café com Deus às 7h
9 – Culto da família às 19:30h
16 – Culto de Gratidão Orlanilda às 19:30h
23 – UPAÇÃO SOCIAL Visita a casa de repouso
23 – Serenata evangelística – UPA/ UMP às 19h
30 – UPASTEL às 19h

JUNHO
6 – Culto da família às 19:30h
7 – Plenária UPH às 7h
7 – Plenária SAF às 15h
13 – Café com Deus UPH às 7h
13 – Jantar dos namorados às 19h – UMP
20 – Milharupa às 18h
27 – Multirão de Oração Déboras 8h às 17h
27 – Encontrão UMP às 19:30

JULHO
3 – Sextas de Louvor às 20h
4 – Culto da Família às 19:30
5 – Plenária UPH às 7h
5 – Plenária SAF às 15h
10 – Sextas de Louvor às 20h
11 – Café com Deus UPH às 7h
11 – Culto do Bebê às 15h
17 – Sexta de louvor às 20h
22-26 – Acampamento da UPA – O resgate
24 – Sextas de Louvor
27-31 – EBF às 15h
31 – Sexta de Louvor As 20h – Reencontro do Acampamento

AGOSTO
1 – Culto da família às 19:30h
2 – Plenária UPH às 7h
2 – Plenária SAF às 15h
8 - Café com Deus UPH às 7h
8 – Dia dos Pais – (Dept Infantil) às 15h
8 – Kadosh Noite Missionária às 19:30h
22 – Tapiogospel às 19h
28-30 – Conferência Missionária

SETEMBRO
5 – Culto da família às 19:30
6 – Plenária UPH às 7h
6 – Plenária SAF às 15h
11 – Louvorzão UPA às 20h
12 – Café com Deus UPH às 7h
12 – Oficinas e Palestras UPA às 15h
12 – Encontrão UMP às 19:30h
25, 26 e 27 – EJC

OUTUBRO
3 – Culto da família às 19:30h
4 – Plenária UPH às 7h
4 – Plenária SAF às 15h
10 – Café com Deus UPH às 7h
10, 11 e 12 – Acampamento de Jovens
17 – Festa da UPA às 19h
23, 24 – Festival de Teatro às 19:30
31 – UPAÇÃO SOCIAL 2
31 – Passeio do Dept Infantil (Crianças da IPRD)

NOVEMBRO
1 – Plenária UPH às 7h
1 – Plenária SAF às 15h
7 – Culto da família às 19:30h
14 - Café com Deus às 7h
14 – Lual da UPA às 18h
21 – Encontrão dos Jovens às 19:30
22 – Aniversário da UPH às 19:30h
28 – UPAWards às 19:30h

DEZEMBRO
5 – Culto da família às 19:30h
6 – Plenária UPH às 7h
6 – Plenária SAF às 15h
12 - Café com Deus às 7h
12 – Cantata do Dept Infantil às 19:30h
19 – Encontrão dos Jovens às 19:30h

HUMOR - UTI da Crise Financeira


ATUALIDADES - Brasileiros ainda lêem pouco, mas pesquisas mostram que Bíblia continua sendo campeã de preferência e editoras já enxergam futuro mais p

A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2008, encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Observatório do Livro e da Leitura e ao Ibope, traz informações preciosas para os evangélicos. Divulgada em setembro, a pesquisa investiga o hábito de leitura dos brasileiros e mostra que a Bíblia segue como o livro mais lido no país. Os demais livros cristãos, porém, ainda ficam muito atrás.

Foram 5.012 entrevistados, abrangendo um conjunto de 172 milhões de pessoas – 92% da população. Desse contingente, 95,6 milhões teriam lido pelo menos um livro nos três meses que antecederam a entrevista, e assim foram considerados “leitores”. Em plena vigência do “Ano Machado de Assis”, para a Academia Brasileira de Letras, e do “Ano da Bíblia”, para a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), os outros 77 milhões, que não teriam lido livro algum nos três meses anteriores, foram classificados como “não leitores”.

HUMOR - DIA MUNDIAL DA ÁGUA


Jasiel Botelho

ATUALIDADES - A fé faz bem ao casamento

Pesquisa revela que cônjuges religiosos tendem a ser mais fiéis.

Um estudo que acaba de ser divulgado nos Estados Unidos está dando o que falar. Pesquisadores da Universidade do Colorado analisaram cerca de 2,3 mil pessoas casadas para identificar quais fatores familiares, comportamentais e psicológicos predispõem ao adultério. Além das conclusões óbvias – como a insatisfação conjugal –, a gravidez da companheira é um fator de risco para a traição masculina. Ou seja, maridos, felizes ou não com o casamento, têm maior chance de serem infiéis se suas mulheres estiverem grávidas.
No entender dos especialistas, isso acontece porque, durante a gestação, é comum que o ritmo sexual do casal seja alterado. Além disso, a idealização da figura da mãe, sobretudo na cultura ocidental, colabora para a redução da libido. Outra conclusão da pesquisa é de que a religiosidade de um dos cônjuges, um de ambos, serve como fator de proteção contra as escapadas. Ao que parece, as restrições religiosas, assim como a noção de que a infidelidade tem um caráter pecaminoso, resultam em casais mais fiéis. A pesquisa não fez distinção entre o credo dos voluntários, mas de modo geral, todos os que têm vivência religiosa – como o hábito de frequentar cultos e orar – mostraram-se bem mais zelosos pela manutenção do casamento.

segunda-feira, 23 de março de 2009

HUMOR - As aventuras de Moisés

ESTUDO - EVANGELIZAÇÃO

É o ato de comunicar o evangelho. É o ato de evangelizar. A palavra “evangelização” indica ação, significando “pregar o evangelho”. Mas o que é evangelizar? Devo dizer que não existe unanimidade quanto a este conceito.

Existem dois conceitos básicos sobre o que seria evangelizar:

1. Evangelizar é a comunicação do evangelho à alguém de tal maneira que este pudesse tomar uma decisão consciente de aceitação ou rejeição à pessoa de Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

2. Evangelizar é a comunicação do Evangelho seguida da conversão do ouvinte.

Diante deste dilema, fica a pergunta: quando podemos considerar alguém evangelizado? Quando uma pessoa ouve o evangelho e encontra-se capaz de decidir se quer ou não seguir a Jesus? Ou quando ouve o evangelho e toma a decisão de seguir a Cristo?

O segundo conceito é equivocado. Porque este define a evangelização em termos de um efeito produzido na vida dos outros. Os missionários que lutam muito, às vezes sem ver nenhuma conversão, poderíamos dizer que eles não estão evangelizando? De maneira nenhuma. Sabemos pelas escrituras que o Evangelho deve ser pregado por todos os cristãos, mas quem convence e opera o novo nascimento é o Espírito Santo (Jo 3:7, 8; Ez 36:26 e 27). Sabemos ainda que Deus deu ao homem capacidade volitiva para decidir se quer ou não seguir a Cristo. O evangelista lança a semente, mas o Senhor dá crescimento. O Evangelista lança redes mas o Senhor traz os peixes. E o ouvinte se entrega ou rejeita a Cristo. O Dr. Peter Wagner e o Dr. John Stot definiram da seguinte forma o conceito da evangelização:

“A natureza da evangelização é a comunicação das boas novas. O propósito da evangelização é dar aos indivíduos e grupos uma oportunidade válida para aceitarem a Jesus Cristo. A meta da evangelização é persuadir homens e mulheres para que cheguem a ser discípulos de Jesus Cristo e sirvam a Ele na comunhão de sua Igreja.”

Diante desta definição, queremos destacar três aspectos que constituem a ação evangelizadora:

Proclamação: Seria a comunicação ao pecador a respeito de sua condição de escravo do pecado, da natureza e conseqüência dessa escravidão, do amor de Deus e Sua providência em Jesus Cristo para salvação deste e da chamada divina para uma decisão por Cristo Jesus

Convencimento – O evangelista nesta ação, seria apenas um instrumento nas mãos do Espírito. Pois é o Espírito que convence e muda o coração do pecador.

Integração – Depois da conversão do pecador, este deve ser levado a um compro-misso com o corpo visível de Cristo (a Igreja), onde seria discipulado e levado ao desenvolvimento e amadurecimento da sua fé em Cristo Jesus (Ef 4:12,13).


HUMOR - As aventuras de Noé

ESTUDO - Dicas de Interpretação Bíblica

PRINCIPAIS REGRAS

REGRA 1 - “Enquanto possível, devemos tomar as palavras no seu sentido usual e ordinário”.
Observe que, tomar uma palavra no seu sentido usual e ordinário, nem sempre significa tomá-la no sentido “literal”. Isto porque cada idioma possui seus modos próprios e peculiares de expressão, as vezes tão significantes que, se tomado ao “pé da letra”, perde o seu real sentido

Exemplo: Gn 6.12: “Porque toda a carne tinha corrompido o seu caminho sobre a terra”. Se darmos significado literal para as palavras carne e caminho, o texto perde seu sentido original. Carne aqui significa pessoa e caminho significa costumes, modos de agir.

REGRA 2 - “Devemos entender as palavras no sentido em que indica as frases, ou sentenças, onde estão inseridas” O significado das palavras variam de acordo com o contexto onde elas estão inseridas. Exemplo: Mt 26.26b: “...Tomai, comei; isto é o meu corpo”. O conjunto de frases deste versículo mostra que corpo aqui não é no sentido literal, mas no figurado.

REGRA 3 - “Devemos tomar as palavras no sentido contextual” Isto significa que devemos observar o contexto (com o texto), isto é, os versículos que vêm antes e depois daquele texto estudado. Exemplo: Ef 3.4: “...quando lerdes, podeis compreender o meu discernimento no mistério de Cristo”. O mistério aqui, significa a participação dos gentios da Salvação oferecida por Cristo. Este significado é entendido quando Verificamos o contexto.

REGRA 4 - “Devemos considerar o objetivo do livro ou passagem que contém as palavra obscuras” Entendendo o objetivo do livro ou da passagem que contém as palavras obscuras, poderemos entender o significado destas mesmas palavras, dissipando toda dúvida. Exemplo: A carta aos Romanos expressa o objetivo de Paulo quando escreveu: ir para a Espanha via Roma (Rm 15.4). Tendo isto em consideração podemos entender o significado da justificação do homem perante Deus pela fé e a fé sendo justificada pelas obras diante dos homens.

REGRA 5 - “Devemos levar em consideração as passagens paralelas” As passagens paralelas são aquelas passagens bíblicas que falam do mesmo assunto, tendo uma relação entre si e fazem referência umas às outras. Também podemos chamar de correlação. Estes paralelos podem ser:

a) de palavras - Gl 3.27: “...de Cristo vos revestistes”- Analisando as passagens de Rm 13.13,14 e Cl 3.12,14, iremos verificar que este revestimento significa uma nova vida, novas atitudes. Não é uma vestimenta literal, mas adornos espirituais.

b) de idéias - Mt 16.18: “...sobre esta pedra edificarei minha igreja...” não quer dizer que Pedro é esta pedra. Vendo as passagens paralelas de Mt 21.42,44; I Pe 2.4,8; Ef 2.20; I Co 3.10,11, podemos ver que esta pedra é Jesus Cristo.

c) de ensinos gerais - Rm 3.28: “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei”. Não podemos utilizar este texto para dizer que o homem está isento das obras de justiça e santificação. O ensino sobre a justificação é-nos mostrado pelas passagens paralelas que mostram que Deus nos exorta à santidade e pureza (Tg 2.14-26, etc.).

REGRA 6 - “Devemos sempre considerar que a Bíblia tem autoridade”. Devemos levar em consideração que nem a tradição, nem a razão, tampouco a igreja, possuem tanta ou maior autoridade do que as Sagradas Escrituras. Exemplo: A crença no nascimento virginal de jesus é firmada porque simplesmente a Bíblia diz que assim é.

REGRA 7 - “Devemos depender da fé salvadora e do Espírito Santo para interpretarmos e compreendermos a Bíblia” Quando um cristão lê uma passagem bíblica, é comum entendê-la. Porém quando a lê para um não cristão, tornase-lhe difícil a captação de seu significado. O apóstolo Paulo diz que o homem natural não aceita as coisas do Espírito, pois elas se discernem espiritualmente (I Co 2.14).

REGRA 8 - “Devemos interpretar as experiências pessoais à luz das Escrituras e não o contrário” É comum, hoje em dia, ouvirmos alguém dizer: “Eu tive esta experiência (foi para o céu, teve revelações, etc.), Por isso o que vou dizer é a verdade”. Este tipo de afirmações têm causado grandes danos no seio de muitas igrejas. A Palavra de Deus não pode ser motivo de justificativa para experiências pessoais. Muito pelo contrário, as experiências pessoais é que têm de passar pelo crivo das Escrituras.

REGRA 9 - “Os casos apresentados pela Bíblia só tem valor se amparado por uma ordem” Seguir um personagem bíblico como exemplo, só será válido se a Bíblia exprimir uma ordem para se fazer o mesmo. Exemplo: somente podemos seguir o exemplo da vida de Davi naquilo que não choque com a Bíblia e que ela apresenta como uma ordenança. Podemos resumir esta regra no seguinte: somos livres para fazer qualquer coisa, desde que a Bíblia não o proíba.

REGRA 10 - “Devemos, ao estudar a Bíblia, ter como propósito primordial a mudança de nossa vida e não o aumento de nosso conhecimento” É inútil termos a Bíblia na cabeça e não no coração. Devemos procurar aumentar nosso conhecimento bíblico sim! Mas ter o conhecimento sem a prática, de nada irá adiantar. As Escrituras dizem que devemos ser cumpridores da Palavra e não apenas ouvintes. O termo ouvir, no grego, tem sentido de ouvir e entender o que se ouviu.

REGRA 11
- “A investigação e interpretação das Escrituras não é direito exclusivo de alguns, mas de todos os cristãos” Uma das principais conseqüências da Reforma protestante foi a devolução da Palavra para o povo. Isto é, a Igreja Católica detinha para si o direito exclusivo de posse e interpretação das Escrituras. Aos cristãos, eram-lhe negado este direito. Graças a Deus que a Reforma nos devolveu este direito, mas infelizmente muitos cristãos não fazem uso dele...

REGRA 12 - “As Escrituras é que determinam o que a Igreja ensina e não o contrário”. Nenhum credo ou dogma de igreja alguma poderá substituir a autoridade das Escrituras. Eles somente terão valor se estiverem coerentes com o que a Bíblia ensina.

REGRA 13 - “Uma doutrina só é bíblica se resumir tudo o que a Bíblia diz a respeito daquele assunto” Para que se possa formar um ensino sobre, por exemplo, a fé, tem-se que estudar tudo o que a Bíblia diz a respeito de fé. Mesmo assim este ensino terá que resumir todos os ensinos bíblicos sobre este assunto. Há ainda muitas outras regras de interpretação. Entretanto cremos que estas já são suficientes para que o estudante da Bíblia possa fazer uma boa interpretação.

HUMOR - A Origem bíblica dos ditados... (Jasiel Botelho)

“Mais vale um pássaro na mão do que dois voando”
Elias, quando era alimentado pelos corvos.

“Quando um não quer dois não brigam”
José explicando mais tarde aos irmãos porque fugiu da mulher de Potifar.

“Depois da tempestade vem a bonança”
Um casal de papagaios na arca de Noé.

“Amigos, amigos, negócios à parte”
Davi a Jônatas antes de ser o rei.

“Nunca diga: dessa água não beberei”
A mulher samaritana ao lado do poço de Jacó.

“Os incomodados que se mudem”
Josué aos povos que habitavam as terras de Canaã.

“Atrás de um grande homem há sempre uma grande mulher”
Sansão disse a Dalila, pois ela era grande, era da li lá.

“Quem não ajuda não atrapalha”
Paulo, num acesso de raiva, disse a Barnabé, com respeito a João Marcos.

“Em boca fechada não entra mosquito”
Faraó ao povo egípcio, logo após o anúncio da praga das moscas.

“O que vem de baixo não me atinge”
O gigante Golias a Davi, antes de levar uma pedrada.

“O mar não está para peixe”
Pedro, Tiago, João no barquinho.

“Falem mal, mas falem de mim”
Bilhete encontrado no bolso de Judas.

“Quem tem pressa come cru”
Jacó a Esaú quando ele troca o guisado pela primogenitura.

“Ossos do ofício”
Ezequiel, no vale de ossos secos.

por, Jasiel Botelho

COMUNIDADE PRESBITERIANA - Novos Membros (Aniversário)

No dia 8 de Março recebemos mais 10 novos membros (5 comungantes e 5 não-comungantes).

São eles: Marcela, Eduardo (Gabriel e Ester), Yara, Araci, Fábio (Felipe, Paulo e Ana).




HUMOR - As Aventuras de Moisés

domingo, 22 de março de 2009

COMUNIDADE PRESBITERIANA - Jesus, Vida e Saúde!

De 15 em 15 dias a Comunidade Presbiteriana promove esta Ação e Evangelismo na Estrada Velha de Paulista.
  • Aferição de Pressão Arterial,
  • Ajuste e Limpeza de óculos,
  • Corte de Cabelo Masculino
  • Bazar de Roupas e Calçados a preços populares.
São mais de 100 atendimentos por dia de ação.

Colocamos um toldo na frente do galpão e uma mesa para atendimento. Anotamos o nome e teleone das pessoas atendidas. Estes vão para uma lista para receberem mensagens evangelística e de divulgação de programações. Elaboramos faixas evangelísticas e distribuimos folhetos com uma mensagem e os horários dos nossos encontros na Comunidade Presbiteriana.

Além disto, servimos um cafezinho, água e biscoito.

Veja as fotos:






ATUALIDADES - Acirra-se guerra entre Record e Folha

Emissora controlada pela Igreja Universal desmente reportagens do jornal paulista e contra-ataca.

Em mais um round da guerra entre a Rede Record de televisão e o jornal Folha de São Paulo, a emissora, controlada pela Igreja Universal do Reino de Deus, desmentiu nesta semana que o líder máximo da denominação, bispo Edir Macedo, esteja doente. A informação fora divulgada na última terça-feira pela coluna Outro canal. Segundo o jornal, Macedo teria se submetido a uma cirurgia nos Estados Unidos e se desentendido com outros membros da cúpula. Também correu a notícia de que ele transferira o comando do grupo Universal – que inclui, além da Record, dois jornais, emissoras de rádio e diversos outros empreendimentos – ao bispo Romualdo Panceiro.

Da África do Sul, por telefone, Macedo entrou no ar no programa Hoje em dia, garantindo que está muito bem de saúde. O apresentador do programa, Britto Jr, disse que a partir de agora a Record vai responder as críticas feitas pela Folha e por qualquer outro veículo em sua programação. Na quinta-feira, o Jornal da Record veiculou uma reportagem com números dando conta de uma queda na circulação do jornal nos últimos anos. Com dados do Instituto de Verificação de Circulação (IVC), a emissora disse que o tradicional periódico paulista vem perdendo fôlego. Já no final, a matéria questiona se a queda na vendagem seria consequência da “perda de sua qualidade editorial”.

A guerra entre a Folha e a Universal tornou-se mais intensa no ano passado, quando várias reportagens da jornalista Elvira Lobato mostraram o império empresarial montado pela igreja e denunciou supostas irregularidades no grupo. Em represália, fiéis da Universal em todo o Brasil entraram com mais de cem ações cíveis contra o jornal, boa parte delas usando a mesma argumentação em suas petições iniciais – o que levou a Folha a falar em movimento orquestrado. A estratégia visaria a causar danos e prejuízos ao Grupo Folha, que teve que responder a cada ação em diferentes estados. Até agora, todas elas foram julgadas improcedentes pela Justiça e arquivadas.

MÚSICA - Novo Cd Paulo Cesar Baruk

Paulo Cesar Baruk é um dos mais conhecidos e admirados ministros de louvor da nova geração. Músico e cantor experiente em muitas gravações, agora ele traz este emocionante registro, gravado junto com a competente Banda Salluz, formada por Leandro Rodrigues (piano), Tarcísio Buiochy (bateria), Alexandre Mariano (guitarra) e Fábio Aposan.
A produção e a distribuição do álbum ficaram por conta da Salluz Productions.

Além da própria ministração, o destaque é para as músicas Tua Palavra, Cantai ao Senhor, Incalculável e um surpreendente meddley black. Ah, a direção artística é de sua mulher, Rebeca Nemer, e de Márcia Silva.

Para visitar o site oficial do cantor, clique aqui.

HUMOR - As Aventuras de Moisés

SERMÃO - QUEM É JESUS? - COMUNIDADE PRESBITERIANA

Colossenses 1.13-23

Esta é uma pergunta aparentemente simples de se responder, mas se entrevistássemos algumas pessoas que respostas teríamos? Certamente alguns diriam: “Foi um grande Mestre”, ou “Foi um Espírito evoluído”. Certamente diriam: “Foi o líder de uma religião, o cristianismo”, ou ainda, “Foi um moralista”. Mas, de fato, quem é Jesus?

Você já percebeu que parte das pessoas colocam Jesus na mesma posição de Maomé, Allan Kardec, Buda e até Maria? Foi por este mesmo motivo que há quase 2000 anos o Apóstolo Paulo escreveu esta carta aos colossenses, para tentar corrigir o erro de não saber quem é Jesus. O erro parece com uma antiga forma de gnosticismo, que ensinava que Jesus não era nem completamente Deus e nem completamente homem, mas apenas um dos seres semidivinos que ligavam o abismo entre Deus e o mundo.

O Apóstolo Paulo dá uma resposta aos irmãos daquela igreja que serve para nós hoje. Ele vai revelar que a pessoa de Cristo está ligada à sua obra, ou seja, ao que ele fez por nós e que ninguém, seja quem for, poderia fazer em seu lugar. Veja quem é Jesus e o que ele fez por você:

1. É o Libertador (v.13, 14)
Ele nos libertou da escravidão. Lembra que Israel passou vários anos no Egito como escravo e Deus com seu poder os tirou de lá? Da mesma forma, Cristo nos resgatou do inferno dando-nos sua própria vida como pagamento do resgate. Para que houvesse remissão de pecados um cordeiro deveria morrer. Jesus morreu por você! Creia nele e viva para ele!

2. É Deus Criador (v.15, 16)
Deus é invisível, mas Jesus é a personificação do próprio Deus. Paulo ensina neste verso a Divindade de Cristo. Ele é o primogênito não porque foi criado, mas porque herdou todas as coisas. Ele criou, pelo seu poder e para sua glória. Quem tem esse poder senão Deus-Filho. Glórias a Cristo!

3. É Eterno e Mantenedor da Criação (v.17)
Paulo exalta a eternidade de Cristo. João diz que ele estava no princípio. Os “deuses” deste mundo tem data de nascimento, mas Jesus disse: “Antes que Abraão existisse EU SOU”. E por meio dele o mundo se sustenta.

4. É o nosso comandante (v.18)
Ele comprou este um povo, aos quais ele chamade filhos e é o líder deles. Na igreja Cristo é a cabeça e nós somos o corpo. Somos guiados por ele. Antes éramos guiados pelo nosso próprio entendimento, mas hoje ele é nosso comandante. Ele tem toda autoridade sobre nossas vidas!

5. É o nosso reconciliador (v.19-22)
Havia uma dívida entre nós e Deus, quem poderia pagar? Jesus é Deus e foi homem. Como Deus e homem, somente ele poderia nos reconciliar com o Pai. E isto por meio do seu sangue inocente. Sua morte nos troxe vida e nos transportou para o seu Reino de amor. Agora, somos filhos de Deus!

Jesus não é um deus. Nem é mais um deus. Ele é Deus! Ele não é uma opção de religião, ele é o único verdadeiro caminho que leva o homem a Deus. Ninguém vai a Deus pelos seus próprios méritos, ou seja, porque é faz caridade ou é bonzinho. Só Jesus nos conduz a Deus. Por isso, entrgue sua vida a Jesus, procure uma igreja e assuma um compromisso com Deus!

Pr. Diego Ramon

HUMOR - UMA LINDA MULHER (segundo Salomão)

Como você é bonita, meu amor, como você é linda!

...Seus olhos são como pombas sob o seu véu...

...Seus cabelos como um rebanho de cabras...

...Seus lábios são como fitas de vermelho vivo...

...Suas têmporas são como fatias de romã...

...Seu pescoço é como a torre de Davi...

...onde estão pendurados centenas de escudos...

...Seus seios são como dois filhotes de gazelas...

...Seus lábios, minha querida, gotejam mel...

...Seu vestido como o aroma das montanhas do Líbano...

...Sua cintura é como um feixe de trigo...

...Seu nariz é como a torre do Líbano voltada para Damasco.

Cântico dos Cânticos: capítulos 4 a 5

Jasiel Botelho

NOTÍCAS EM GERAL - Pastor assembleiano canta no velório de Clodovil.


O corpo do estilista, apresentador de TV e deputado federal Clodovil Hernandes (PR-SP), 71, foi enterrado no cemitério do Morumbi, na zona sul de São Paulo, por volta das 16h50 de ontem, dia 18, após ser velado na Assembleia Legislativa da capital.

Durante o enterro, o pastor da igreja Assembléia de Deus, Orlando Torres, se aproximou do caixão e cantou bem alto Glória, Glória, Aleluia. “Clodovil está em outra dimensão e nós estamos indo para lá também”, explicou. Ele foi expulso pela PM por insistir em cantar em voz alta.

O pastor também já cantou a mesma música nos velórios de Sérgio Mota (ex-ministro de Comunicações de FHC), Ronald Golias (humorista) e Nair Bello (atriz), e até do lado de fora do show da Madonna – segundo ele, para “arrebanhar almas”.


(Fonte: UOL Notícias)

segunda-feira, 16 de março de 2009

TEOLOGIA - Arminio falandro sobre Calvino



“Depois da leitura da Escritura, a qual ensino, inculcando tenazmente, mais do que qualquer uma outra… Eu recomendo que os Comentários de Calvino sejam lidos... Pois afirmo que, na interpretação das Escrituras, Calvino é incomparável, e que seus Comentários são para se dar maior valor do que qualquer outra coisa que nos é legada nos escritos dos Pais — tanto que admito ter ele um certo espírito de profecia, em que se distingue acima dos outros, acima da maioria, de fato, acima de todos”.

Jacobus Arminius (1560-1609)

Documentário dos 25 Anos da Igreja Presbiteriana de Rio Doce.

Foi exibido no culto do dia 15/03/2009 o trailer do documentário do Jubileu de Prata da Igreja. Se você não pode ir a igreja e ver o vídeo, ele já está disponível no Youtube, para tal, basta ver clicar abaixo.

Este documentário é uma produção:

VÍDEO - João Alexandre (Você pode ter)

REFLEXÃO - Amor e humor na família (Osmar Ludovico)

O que seria do amor sem o bom humor?
Amor e humor são virtudes essenciais para o relacionamento entre homem e mulher, marido e esposa, adultos e crianças, pais e filhos.

Existe o amor romântico, a paixão, o sentimento. Este é volúvel, progride e regride velozmente, basta uma pequena mudança de atitude. Mas existe também o amor compromisso, que envolve a fidelidade e a estabilidade. O primeiro age nas nossas emoções; o segundo na nossa vontade. O amor inclui a emoção que faz palpitar o coração apaixonado e a vontade que segura o voto de permanecer unidos haja o que houver.

Somos emocionalmente instáveis, por isso nos estranhamos, nos irritamos, brigamos e acabamos cada qual no seu canto, nos sentindo incompreendidos e mal amados. A vontade e o voto nos chamam de volta à reconciliação através do perdão, nesta permanente dança do encontro-desencontro-reencontro.

O desejo de permanecer junto, apesar das diferenças e dos conflitos, nos livra de nos tornar desafeiçoados e vingativos. Permite, ao contrário, que, mesmo feridos, continuemos desejando o bem do outro e agindo de forma construtiva. Isto é, nos convida ao processo contínuo de nos re-apaixonarmos pela mesma pessoa muitas vezes ao longo de uma vida toda.

Deus nos revela seu amor, primeiro nos aceitando como somos e agindo sacrificialmente em nosso favor como diz as Escrituras: “Mas Deus prova seu amor para conosco, tendo Cristo morrido na cruz sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8). E também através de sua fidelidade sem limites, pois seu amor permanece estável mesmo quando não o correspondemos (1 Tm 2.13). Assim, ao longo da vida aprendemos a amar como Ele nos amou.

Mas o que seria do amor sem o bom humor? A base da vida cristã consiste e reside nesta alegria de alma, uma alegria que brota da interioridade, e não das circunstâncias. Uma celebração íntima, um regozijo inexplicável no profundo de nosso ser, uma doce, leve e alegre constatação de que vivemos diante da face amorosa de Deus, que nos perdoa, nos aceita, nos recebe em sua presença. E faz de nós, pecadores, seus filhos amados. Amar e ser amado é o glorioso destino do ser humano, e amar e ser amado por Deus e pelo seu semelhante é o ápice da aventura humana, de ser, de existir. É puro contentamento!

A alegria, nos conta Paulo, é fruto do Espírito Santo (Gl 5.22). Ou seja, a presença de Deus na nossa vida gera bom humor e rosto sorridente. Cara amarrada, levar-se muito a sério e mau humor evidenciam a ausência de Deus e a dificuldade e incapacidade de amar. Precisa de cura, de arrependimento e de um batismo de alegria. O humor inclui o lúdico. Os jogos, as brincadeiras e a descoberta da criança que está em nós, abafada por um pai severo e cobrador. Nossos filhos nos ajudam a reencontrar atrás do adulto, responsável e sério, o menino e a menina que sabem brincar. O bom humor nos convida à festa, a comemoração, e nos recorda que o primeiro milagre de Jesus foi fazer mais vinho para que uma festa de casamento não terminasse antes do tempo (Jo 2.1-12). Faz-nos lembrar, ainda, que perdoar é motivo de festa para o nosso Deus. Quando o pródigo volta para casa, o pai convoca toda a aldeia para dançar e comer churrasco (Lc 11.15-32).

A família é o lugar do perdão e da festa. A alegria da mesa, das férias, das saídas-surpresa, das datas festivas, da vida de oração, da vida sexual.

A sexualidade humana se realiza, portanto, de forma plena e prazerosa nesta relação permeada por paixão, fidelidade, compromisso e bom humor. Aí surge o desejo da entrega mútua baseada na confiança e na ternura. E a vida sexual se torna plenitude de alegria e prazer. Dança misteriosa e poética de corpos que se unem, trocam inspiração, respiração e transpiração no jogo prazeroso de sensações agradáveis, o prazer sensorial.

Fomos criados para amar e ser amados, e Deus dá ao homem esta oportunidade e responsabilidade de se deixar conduzir por Ele no aprendizado ao longo da vida. De amar e ser amado – esta é a regra do casamento. Não é célula descartável, econômica, não é célula de proteção (máfia), não é célula reprodutiva. Mas um contexto para a aventura e o aprendizado de amar e ser amado, contexto este que possibilita a realização e a alegria do ser humano, ao nível mais profundo de sua existência.


Fonte: Revista Enfoque - Edição 64-NOV/2006.

ANIMAÇÕES - Alceu e o Sal

A triste história de Alceu, o caramujo e seu amor o Sal.


Original em: http://www.osvigaristas.com.br

MÚSICA - Oficina G3

Após muita ansiedade do público e algum suspense por parte da banda e da gravadora, chega às lojas o quinto CD do Oficina G3 pela MK Music, Depois da Guerra. O álbum marca uma nova fase da banda – que tem mais de vinte anos de estrada e duas indicações ao Grammy Latino no currículo. Uma das novidades é a chegada do novo vocalista, Mauro Henrique, ao grupo. As demais novidades você vai perceber ouvindo o disco, calma... e aqui, nesse texto também informamos algumas.



São 15 faixas, que trazem o mais puro rock – dessa banda que é uma das precursoras no estilo – e ainda as mais lindas baladas, que os roqueiros sabem fazer como ninguém. Em Depois da Guerra o Oficina G3 consegue tudo isso e muito mais: manter sua característica ministerial e o propósito confiado a eles por Deus: fazer do rock uma ferramenta de evangelismo e, claro, uma ótima música para os ouvidos, e para os pés (para quem gosta de tirá-los do chão). Destaque para a faixa “Eu Sou”, que nasceu de uma experiência marcante do líder da banda e guitarrista, Juninho Afran. A letra fala de Deus, de sua onisciência e onipotência. Uma das estrofes diz assim: 'Quem buscar Me encontrará / Quem pedir receberá / Quem invocar Eu vou ouvir / Eu sou, o EU SOU'.

A música nasceu quando Juninho estava orando, e começou a tocar e a cantar a letra. A princípio, veio a dúvida: 'Senhor, como eu posso escrever em Teu Nome?' “Mas, logo em seguida, veio a resposta de que era o Senhor quem estava me dando a canção”, atesta Juninho, que compôs ao lado de Jean Carllos (teclado) e Duca Tambasco (baixo), seis das 14 músicas que compõem o álbum Falando em Depois da Guerra, o título é forte. Jean Carllos explica: “Parece que nós passamos por uma guerra. Esse CD então surgiu sendo um marco de tudo aquilo que já vivemos para o que vamos viver. O nome tem muito a ver com o contexto de hoje”.




A capa reflete bem o tema: ruínas de uma cidade, com pétalas caindo do céu e uma rosa com folhas nascendo em meio à destruição. “A capa retrata aquilo que a gente acredita, que vivemos. As lutas, a batalha, sim, mas a alegria chegando com o amanhecer”, completa Jean. Não precisa dizer mais nada, agora é só ouvir.

HUMOR - SEDE E PREGUIÇA

Mariazinha, uma garota muito levada, já havia se deitado para dormir quando percebeu que estava com sede. Com sede e com preguiça de se levantar. A saída foi pedir à mãe.
— Mãnheeeêêê! Me traz um copo d'água.
Era a hora da novela e a mãe fez que não ouviu nada. Mariazinha insistiu.
— Mãnheeeêêê! Me traz um copo d'água.
E nada. Novamente, a mãe fez que não ouviu. Mas a sede era tão grande quanto a preguiça de se levantar da cama.
— Mãnheeeêêê! Me traz um copo d'água.
— Se levante e vá beber na cozinha, Mariazinha.
Mais algum tempo e...
— Mãnheeeêêê! Me traz um copo d'água.
— Ó Mariazinha, se você continuar insistindo, eu vou aí lhe dar umas palmadas.
— Mãe, quando você vier me dar umas palmadas, você me traz um copo d'água?

ESTUDO - ORAÇÃO EFICAZ (Charles Spurgeon)

"Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo, e pudesse chegarão seu tribunal! Exporia ante ele a minha causa e encheria a minha boca de argumentos. "
- Jo 23:3,4

Em sua mais extrema aflição Jó clamou ao Senhor. O supremo desejo de um aflito filho de Deus é, uma vez mais, ver a face de seu Pai. Sua primeira oração não é, "Ah, se eu pudesse ser curado da enfermidade que agora enche meu corpo de chagas!" nem, "Ah, se eu pudesse ver meus filhos trazidos de volta das profunde­zas da morte e minhas propriedades mais uma vez reavidas das mãos do espoliador!" mas seu primeiro e mais profundo clamor é, "Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo - aquele que é o meu Deus! - e pudesse chegar ao Seu tribunal!"

'Os filhos de Deus correm para casa quando chega a tempestade. É instinto natural de uma pessoa salva buscar abrigar-se de todos os males sob as asas do Senhor. "Aquele que fez de Deus o seu refúgio", poderia servir como título para um verdadeiro crente. Um hipó­crita, quando sente que foi afligido por Deus, se revolta contra a aflição e, como um escravo, foge de seu mestre que o açoitou; o mesmo, no entanto, não acontece com um verdadeiro herdeiro do céu; ele beija a mão que o castigou e busca abrigar-se da vara no seio do mesmo Deus que lhe havia repreendido,
Você perceberá que o desejo de ter comunhão com Deus se intensifica devido terem fracassado todas as outras fontes de consolação.


Quando Jó viu seus amigos pela primeira vez à distância, talvez ele tenha alimentado a esperança de que a ternura deles e seus conselhos bondosos mitigassem suador, mas logo depois que eles falaram ele clamou com amargura: "Todos vós sois consoladores molestos." Eles puseram sal em suas feridas, agravaram sua tristeza, aumentaram censuras acrimoniosas ao amargor de suas aflições. No calor do seu sorriso, anteriormente eles desejaram se aquecer, porém agora ousam duvidar da sua reputação da forma mais injusta e ingrata. Assim sendo, o patriarca volveu--se de seus amigos pessimistas e olhou para o trono celestial, do mesmo modo que um viajante se volta do seu cantil vazio, indo às pressas para o poço. Ele des­carta as esperanças terrenas e exclama: "Ah, se eu soubesse onde encontrar meu Deus!" Nada nos ensina melhor quão precioso é o Criador, do que a percepção da futilidade de tudo que nos cerca.


Quando você se sente terrivelmente afligido pelo juízo, "Maldito o homem que confia no homem e faz da carne o seu braço", então você fruirá indizível doçura desta segurança divina: "Bem-aventurado aquele cuja confiança está no Senhor e cuja esperança é o Senhor"* Afastando-se com desdenhoso amargor dos favos da terra, onde não encontrou mel, e sim afiados aguilhões, você se regozijará nAquele cuja palavra fiel é mais doce do que o mel ou o favo de mel.

Podemos observar ainda que, embora um bom homem se dirija apressadamente a Deus quando em problemas, e corra velozmente por causa da falta de bondade de seus amigos, muitas vezes a alma redimida é privada da confortável presença de Deus. Esta é a pior de todas as tristezas; o clamor neste texto é um dos gemidos mais profundos de Jó, muito mais profundo do que qualquer outro que tenha surgido por causa da perda de seus filhos e propriedades: "Ah, se eu soubesse onde encontrar meu Deus!" A pior de todas as perdas é perder o sorriso do meu Deus. Já experimentou, então, algo da amargura do clamor de seu Redentor; "Deus meu, Deus meu, porque me desamparastes?"


A presença de Deus está sempre com o Seu povo, em certo sentido, quanto a sustentá-lo secretamente, mas Sua presença manifesta eles não gozam constantemente. Assim como a esposa no Cantares de Salomão, eles buscam seu amado pela noite sobre sua cama, procuram-no mas não o acham, e embora se levantem e perambulem pela cidade não podem encontrá-lo, e esta pergunta pode ser feita ansiosamente a todo instante: "Tendes visto aquele a quem minha alma ama?" Você pode ser amado por Deus e não ter consciência desse amor em tua alma.


Você pode ser tão querido ao Seu coração como o pró­prio Jesus Cristo e, no entanto, momentaneamente ser abandonado por Ele, assim como num breve momento de ira Ele pode esconder-Se de você.

Mas, nessas ocasiões o desejo da alma crente aumenta em intensidade devido a luz de Deus ter-lhe sido retirada. Ao invés de dizer orgulhosamente: "Bem, se Ele me deixou então terei que passar sem Ele; se não posso ter Sua confortadora presença devo lutar da melhor forma possível", a alma exclama: "Não, é a minha própria vida, preciso ter o meu Deus. Pereço, atolo-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé, e nada a não ser o braço de Deus pode me libertar".


A alma agraciada se empenha com zelo redobrado para encontrar a Deus, e envia aos céus seus gemidos, súplicas, soluços e suspiros com mais freqüên­cia e mais fervor. "Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo!" Distância ou fadiga não são nada, se a alma somente soubesse para onde ir, logo percorreria a distância. Ela não faz nenhuma exigência acerca de montanhas ou rios, mas promete que se soubesse, chegaria mesmo até ao Seu tribunal. Minha alma em seu desejo ardente quebraria paredes de pedra ou escalaria as ameias dos céus para alcançar seu Deus, e embora existisse sete infernos entre eu e Ele, mesmo assim, encararia as chamas se apenas pudesse alcançá-lO. Nada me desanimaria se tivesse esperança de, ao final, permanecer em Sua presença e sentir o delírio do Seu amor. Esse me parece ser o estado mental no qual Jó proferiu as palavras que estamos considerando.

Mas não podemos parar neste ponto. Parece que o alvo de Jó em desejar a presença de Deus, era para que pudesse orar a Ele. Jó havia orado, porém queria sentir--se na presença de Deus. Ele desejava suplicar ante Alguém que o ouviria e o ajudaria. Ansiava ardentemente expor o seu caso diante do Juiz imparcial, diante da face do Deus todo sábio; e passando das cortes inferiores, onde seus amigos emitiram juízo injusto, ele queria ape­lar para o Tribunal Superior de justiça - o Alto Tribunal do céu. Lá, segundo ele, "Com boa ordem exporia ante ele a minha causa, e a minha boca encheria de argumentos".

Neste último versículo citado, Jó nos ensina como ele almejava suplicar e interceder diante de Deus. De certa forma, ele nos revela os segredos do seu íntimo e nos mostra a arte da oração. Aqui somos incorporados ao grêmio dos suplicantes; é-nos mostrado a arte e o mistério da súplica; aqui se nos ensina a abençoada ciência e habilidade da oração, e se nós nos tornarmos aprendizes de Jó, e se pudermos receber uma lição do seu Mestre, poderemos adquirir bastante habilidade para interceder diante de Deus.